Catavento encerra ano circulando espetáculo “hi.a.to”

30/11/2023 | 0 comentários
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Antes que as cortinas de 2023 se fechem, a Cia Circense Catavento vai circular pelo interior de Goiás com o espetáculo “hi.a.to” no mês de dezembro. A companhia vai apresentar o trabalho no dia 1º no Cine Pirineus, em Pirenópolis e no dia 2 no Teatro São Joaquim, na Cidade de Goiás. 

 

Em seguida, Catavento leva o espetáculo para o Teatro Municipal de Goianésia no dia 17/12 e para o Teatro Municipal de Anápolis no dia 21/12. Todas as apresentações acontecerão às 20 horas e são gratuitas. A classificação indicativa é de dez anos. 

 

O espetáculo, que apresentará ao público números com trapézio, tecido e passeio aéreo, ainda oferece uma trilha sonora autoral que vai oferecer uma experiência estética e sensorial sobre esses sentimentos narrados pelo artista e diretor Felipe Nicknig.

 

Ao longo dos últimos anos, o diretor tem investigado bastante sobre a técnica circense nas acrobacias aéreas e difundido bastante o trabalho com os aéreos dinâmicos. Além disso, tem se debruçado sobre questões estéticas em busca de possibilidades e formas do fazer circense.

 

“Circular pelo interior do estado com o Hiato é uma oportunidade de levar nossas produções para diferentes públicos, isso fortalece o trabalho da companhia e amadurece o espetáculo, além de democratizar o acesso ao circo, às produções goianas e contribuir diretamente com a formação de público”, comenta o artista. 

 

O projeto de circulação, que tem apoio do Fundo de Arte e Cultura, ainda ofereceu quatro oficinas ao público. Em outubro, a companhia realizou em sua sede uma oficina de introdução à maquiagem artística e à caracterização e outra de experimentações aéreas, com Felipe Nicknig.

 

Em novembro, a Catavento ainda ofereceu oficina de iniciação circense com acessibilidade para crianças no Centro Brasileiro de Reabilitação e Apoio ao Deficiente Visual, Cebrav e para crianças da Associação de Surdos de Goiânia. 

 

“Com as oficinas sempre temos a oportunidade de compartilhar com estudantes de circo, artistas locais e o público em geral o trabalho técnico/estético que a companhia vem desenvolvendo. Ali  trabalhamos o resultado de nossas pesquisas estéticas e do desenvolvimento técnico, entregando para o público nossa bagagem e experiência”, comenta Nicknig sobre o trabalho realizado.

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