Fieg discute Custo Brasil e agenda econômica da indústria para 2027
Foto: Iano Andrade / CNI
A redução do Custo Brasil e a construção de uma agenda econômica voltada à ampliação da competitividade da indústria estarão entre as prioridades do setor em 2027. O tema foi discutido na terça-feira (25/8), em Brasília, durante a 7ª Reunião da Diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que contou com a participação do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, e foi conduzida pelo presidente da CNI, Ricardo Alban.
As lideranças discutiram a construção de uma campanha conjunta para 2027, em um cenário de novas pautas econômicas que deverão chegar ao Congresso Nacional e poderão impactar diretamente o setor produtivo. O objetivo é ampliar o debate sobre os fatores que elevam os custos de produção no País e dificultam investimentos, expansão das empresas e geração de empregos.
Para André Rocha, a redução do Custo Brasil precisa integrar as prioridades da agenda econômica nacional. “Precisamos avançar em medidas que reduzam os custos para quem produz e criem condições para que a indústria brasileira possa investir, crescer e gerar empregos”, afirmou.
Ele também destacou que a competitividade da indústria depende de um ambiente econômico capaz de estimular investimentos e oferecer maior previsibilidade às empresas. Nesse contexto, a agenda de 2027 deverá concentrar discussões sobre medidas que contribuam para reduzir custos, aumentar a produtividade e fortalecer a capacidade de competição da indústria brasileira.
Além da discussão econômica, a reunião da CNI colocou em pauta iniciativas voltadas à inovação e ao desenvolvimento tecnológico da indústria. Durante a agenda em Brasília, André Rocha acompanhou a apresentação do projeto do futuro Instituto Integrador para Inovação Industrial, previsto para entrar em operação em 2027.
O projeto reunirá competências da rede Senai de Tecnologia e Inovação, com a proposta de conectar conhecimento, tecnologia e empresas e ampliar a atuação em programas de maior complexidade voltados ao desenvolvimento industrial.
As lideranças também visitaram as futuras instalações do Museu da Indústria Brasileira, que funcionará no mesmo complexo. O espaço contará com exposições de longa duração e temporárias, áreas multiuso e ambientes destinados à difusão do conhecimento e à preservação da memória da indústria nacional.











