Fieg discute Custo Brasil e agenda econômica da indústria para 2027

30/08/2026 | 0 comentários
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Foto: Iano Andrade / CNI 

A redução do Custo Brasil e a construção de uma agenda econômica voltada à ampliação da competitividade da indústria estarão entre as prioridades do setor em 2027. O tema foi discutido na terça-feira (25/8), em Brasília, durante a 7ª Reunião da Diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que contou com a participação do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, e foi conduzida pelo presidente da CNI, Ricardo Alban.

As lideranças discutiram a construção de uma campanha conjunta para 2027, em um cenário de novas pautas econômicas que deverão chegar ao Congresso Nacional e poderão impactar diretamente o setor produtivo. O objetivo é ampliar o debate sobre os fatores que elevam os custos de produção no País e dificultam investimentos, expansão das empresas e geração de empregos.

Para André Rocha, a redução do Custo Brasil precisa integrar as prioridades da agenda econômica nacional. “Precisamos avançar em medidas que reduzam os custos para quem produz e criem condições para que a indústria brasileira possa investir, crescer e gerar empregos”, afirmou.

Ele também destacou que a competitividade da indústria depende de um ambiente econômico capaz de estimular investimentos e oferecer maior previsibilidade às empresas. Nesse contexto, a agenda de 2027 deverá concentrar discussões sobre medidas que contribuam para reduzir custos, aumentar a produtividade e fortalecer a capacidade de competição da indústria brasileira.

Além da discussão econômica, a reunião da CNI colocou em pauta iniciativas voltadas à inovação e ao desenvolvimento tecnológico da indústria. Durante a agenda em Brasília, André Rocha acompanhou a apresentação do projeto do futuro Instituto Integrador para Inovação Industrial, previsto para entrar em operação em 2027.

O projeto reunirá competências da rede Senai de Tecnologia e Inovação, com a proposta de conectar conhecimento, tecnologia e empresas e ampliar a atuação em programas de maior complexidade voltados ao desenvolvimento industrial.

As lideranças também visitaram as futuras instalações do Museu da Indústria Brasileira, que funcionará no mesmo complexo. O espaço contará com exposições de longa duração e temporárias, áreas multiuso e ambientes destinados à difusão do conhecimento e à preservação da memória da indústria nacional.

A inauguração do complexo está prevista para dezembro de 2026.
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