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Alunos da Maple Bear representam Goiás em torneio de robótica0 comentário

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Publicado em 17/11/2021 20:32

 

A equipe de robótica da escola canadense Maple Bear Goiânia foi classificada para a etapa nacional do FIRA Brasil e irá representar Goiás com dois times na principal competição de robótica do país.

 

O torneio, que mobiliza estudantes apaixonados por tecnologia e inovação, é filiado à FIRA RoboWorld Cup, conhecida como “a Copa do Mundo da robótica”. Os alunos seguem em rotina de preparação para a competição que será realizada, nos dias 6 e 7 de dezembro, no Espaço Black Swan, em São Luís (MA). A terceira e última fase será disputada em Dubai, em 2022.

 

Goiás será representado pelos times S.T.A.R.T. e A.R.K, no grupo que reúne estudantes com idades até 14 anos. Para conquistarem a vaga na etapa nacional os alunos se destacaram na execução de duas missões.

 

Na modalidade “Desafio Impossível” eles programaram um robô que, no menor tempo possível, atendeu a comandos para virar à esquerda e à direita, marcou gols, detectou um peso e ainda conseguiu colocá-lo sobre uma plataforma. O bom desempenho das equipes trouxe aos alunos a nota máxima na categoria. 

 

A segunda missão foi na modalidade “Cabo de Guerra”. Os jovens competidores foram convidados a programar robôs capazes de deslocar pesos de um ponto a outro. Eles conseguiram mover um peso de 7 kg e outro de 5 kg na distância estipulada pela organização do evento em apenas 4 segundos.

 

No FIRA Brasil, há robôs LEGO, mas também humanóides que correm, jogam futebol e realizam atividades similares. Os alunos da Maple Bear Goiânia programaram robôs LEGO. 

 

Segundo o técnico das duas equipes, Flamarion Moreira, a participação dos alunos no FIRA Brasil é positiva por motivos que vão muito além do título de campeões. Para realizar os desafios propostos, eles precisam desenvolver habilidades de concentração, planejamento, criatividade, trabalho em equipe, gestão emocional, além da superação dos próprios limites. “E o principal é que eles aprendem a sonhar, a desejar algo e a buscar formas de conquistar. Isso vale mais que qualquer premiação”, acrescenta o professor, que também é mentor da equipe goiana de robótica premiada pela Universidade da Nasa pela invenção do chiclete de pimenta criado para astronautas.

 

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