Jóquei Clube de Goiás lança programa “Jóquei em Ação”
O Jóquei Clube de Goiás lançou o programa “Jóquei em Ação”, que recruta voluntários para contribuir com a reconstrução institucional, preservação do patrimônio e planejamento do futuro da entidade. As inscrições estão abertas até sexta-feira (9) e são feitas por meio de formulário on-line. O programa terá duração de 90 dias, com quatro horas semanais de atividades presenciais e entregas por demanda de forma remota.
A iniciativa busca profissionais de administração, gestão e projetos, arquitetura, urbanismo, engenharia, memória e patrimônio, veterinária e bem-estar animal, contabilidade, marketing, comunicação e eventos. A proposta é reunir conhecimento técnico para identificar desafios, estabelecer prioridades e desenvolver projetos e planos de ação para o clube.
Segundo a presidente do Jóquei, Nívea de Paula, o programa pretende transformar a participação dos voluntários em contribuições concretas. “Não queremos simplesmente reunir pessoas para dizer que temos voluntários. Queremos reunir conhecimento”, afirma.
A relação de Nívea com o voluntariado no clube começou em 2015, quando ela passou a atuar na área jurídica em um momento de dificuldades enfrentadas pelo Hipódromo da Lagoinha, relacionadas à interdição decorrente de suspeitas de mormo em cavalos. Na ocasião, trabalhou com profissionais de outras áreas e órgãos públicos envolvidos na questão.
Onze anos depois, agora como presidente, ela retoma a proposta de mobilizar profissionais para contribuir com a instituição. “Em 2015, alguém me procurou e perguntou: ‘O Jóquei precisa de ajuda. Você pode ajudar?’. Onze anos depois, hoje como presidente do Jóquei Clube de Goiás, somos nós que estamos fazendo essa mesma pergunta a outros profissionais”, relata.
A expectativa da direção é que o ciclo de 90 dias resulte em diagnósticos, projetos, planejamentos e propostas que possam orientar ações do clube mesmo após o encerramento do programa.
Para Nívea, a reorganização da instituição deve conciliar a preservação de sua história com a construção de novas perspectivas. “Temos uma história que precisa ser preservada, mas temos também um futuro que precisa ser construído. Preservar o Jóquei não é mantê-lo parado no tempo. É preservar sua história para permitir que ela continue”, afirma.
A iniciativa busca profissionais de administração, gestão e projetos, arquitetura, urbanismo, engenharia, memória e patrimônio, veterinária e bem-estar animal, contabilidade, marketing, comunicação e eventos. A proposta é reunir conhecimento técnico para identificar desafios, estabelecer prioridades e desenvolver projetos e planos de ação para o clube.
Segundo a presidente do Jóquei, Nívea de Paula, o programa pretende transformar a participação dos voluntários em contribuições concretas. “Não queremos simplesmente reunir pessoas para dizer que temos voluntários. Queremos reunir conhecimento”, afirma.
A relação de Nívea com o voluntariado no clube começou em 2015, quando ela passou a atuar na área jurídica em um momento de dificuldades enfrentadas pelo Hipódromo da Lagoinha, relacionadas à interdição decorrente de suspeitas de mormo em cavalos. Na ocasião, trabalhou com profissionais de outras áreas e órgãos públicos envolvidos na questão.
Onze anos depois, agora como presidente, ela retoma a proposta de mobilizar profissionais para contribuir com a instituição. “Em 2015, alguém me procurou e perguntou: ‘O Jóquei precisa de ajuda. Você pode ajudar?’. Onze anos depois, hoje como presidente do Jóquei Clube de Goiás, somos nós que estamos fazendo essa mesma pergunta a outros profissionais”, relata.
A expectativa da direção é que o ciclo de 90 dias resulte em diagnósticos, projetos, planejamentos e propostas que possam orientar ações do clube mesmo após o encerramento do programa.
Para Nívea, a reorganização da instituição deve conciliar a preservação de sua história com a construção de novas perspectivas. “Temos uma história que precisa ser preservada, mas temos também um futuro que precisa ser construído. Preservar o Jóquei não é mantê-lo parado no tempo. É preservar sua história para permitir que ela continue”, afirma.












