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Líder da Adial aponta carência de mão de obra e incentivo para agroindústria0 comentário

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Publicado em 19/08/2022 01:34

 

O empresário José Carlos Garrote, líder do grupo São Salvador Alimentos (SSA), afirmou, nesta quinta-feira (18), em palestra promovida quinta-feira (18/08) pela Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), que faltam gente, energia elétrica e políticas públicas para incentivo à industrialização. O debate integrou pauta da reunião do Conselho Temático da Agroindústria (CTA) da entidade, dirigido pelo empresário Marduk Duarte, e contou com participação do presidente da Fieg, Sandro Mabel e de empresários e conselheiros do colegiado.

 

"Temos um déficit de 800 colaboradores e mantemos um programa permanente de contratação com 300 vagas abertas. Queremos contratar, mas não tem pessoal disponível para acompanhar o crescimento da empresa", desabafou Garrote sobre a carência de mão de obra.

 

Segundo o empresário, o cenário na agroindústria goiana é de excesso de emprego e falta de pessoas, na contramão do crescimento e desenvolvimento do setor. "Hoje, nosso calcanhar de Aquiles é a falta de gente. É enorme a dificuldade que temos para encontrar pessoas que queiram trabalhar", afirmou, destacando que esse é um problema estrutural na educação de toda uma geração.

 

Como parte da solução, a SSA vem investindo em recrutamento e treinamento de pessoal, em parceria com o Senai Goiás, em diversas frentes de qualificação e que deve ser ampliada com projeto customizado, visando suprir o déficit de 800 profissionais nas plantas da indústria em Itaberaí e Nova Veneza. "Precisamos criar condições para atrair pessoas e a Fieg e o Senai têm sido grandes parceiros nossos nessa qualificação", destacou Garrote.

 

Para o presidente da Fieg, Sandro Mabel, uma grande característica que a SSA possui é o investimento em treinamento, mas que ainda não é um exemplo seguido por muitas indústrias instaladas no Estado, o que prejudica um maior desenvolvimento da mão de obra local. "Precisamos dessa mobilização do setor e a Fieg tem capacidade de investimento para trabalhar projetos nesse sentido em parceria com a indústria. Só neste ano, estamos treinando 20 mil pessoas em TI e nossa meta é formar cerca de 100 mil profissionais da área nos próximos anos, afirmou.

 

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