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Entrevista: Filipe Bragança fala sobre a série Netflix ‘Só se for por Amor’0 comentário

Entrevista

Publicado em 05/10/2022 02:07

Filipe Bragança
 

Crédito: Vanessa Bumbeers / Netflix

 

O ator goiano Filipe Bragança é o Tadeu da série “Só se for por Amor”, já disponível na Netflix. A obra é ambientada no Estado de Goiás e traz no elenco Lucy Alves, Agnes Nunes, Laila Garin, Jeniffer Nascimento e Bruno Fagundes, dentre outros. A série é repleta de canções de diferentes gêneros musicais e de artistas como Chitãozinho e Xororó, Anitta, Barões da Pisadinha.

 

Na série, Deusa (Lucy Alves) e Tadeu (Filipe Bragança), ela da Paraíba e ele goiano, percorrem as estradas de Goiás ao lado de sua banda, a “Só Se For Por Amor”, em busca do sucesso. Os irmãos Valdo (Micael) e Nelton (Adriano Ferreira), além do baterista Patrício (Giordano Castro), completam o conjunto. Quando viralizam, Deusa recebe uma proposta de carreira solo do poderoso empresário César Marcolo (Gustavo Vaz), que vai contra o instinto de sua esposa e sócia Ana Lígia (Ana Mametto). Conversamos com Filipe sobre a série e sobre novos trabalhos. Aperte o play e confira!


Confira na íntegra




"Só se for por Amor" se passa em Goiânia e você é goiano. Isso fez diferença para você aceitar o convite?

Bom, primeiramente a série não foi filmada em Goiânia. A gente filmou toda ela em São Paulo, devido à pandemia, que não impossibilitava a produção acontecer em Goiânia, porque muita gente envolvida, muito mais complexo. Então a série foi inteira filmada em São Paulo, o que surpreende, porque eu acho que apesar de não ter sido filmada em Goiânia, a identidade da cidade de Goiás como um todo é muito presente na série através das músicas e das locações. Enfim, acho que o trabalho foi muito bem-feito em relação a passar essa atmosfera Goiânia para a série. Acho que sendo goiano isso está muito presente na série. Se fez diferença para aceitar o convite ou não, acho que eu aceitaria o convite independente da série se passar em Goiânia ou não, porque é uma série muito boa. Um bom roteiro, um excelente personagem, que é o Tadeu, que é goiano também, mas acho que acima de tudo diria que não fez diferença em termos da minha escolha, mas traz para mim uma bagagem muito mais interessante de poder interpretar um personagem goiano, uma história que se passa em Goiânia. Eu costumo dizer que o Tadeu e a série “Só se for por Amor” são uma carta de amor para Goiânia, para a minha terra, e para os goianos, que eu tanto amo.


Você teve oportunidade de compartilhar dicas com roteiristas e colegas sobre sotaques, costumes e locações?

Tive a oportunidade de compartilhar muita coisa. Consegui trazer alguns detalhes que podem, para alguns, passar despercebidos, mas estão ali muito presentes, como por exemplo, compartilhei com a produção sobre o famoso pit dog, que eu amo e que eu precisava colocar isso de alguma forma em alguma cena e consegui. Tem uma cena, por exemplo, no último episódio, em que eu chego e falo passei no pit dog trouxe aquele creme de morango que você ama. Falo isso para Deusa. Isso por exemplo, pamonha, o sotaque também que está presente no meu personagem, enfim, tentei trazer tudo isso e compartilhar com eles em uma produção também muito interessada sabendo que eu sou goiano, em entender também é pra que eles pudessem executar melhor, para que cada departamento pudesse executar melhor o seu trabalho, um interesse genuíno em trocar comigo assim.


Como tem sido o retorno dos seus amigos e familiares goianos sobre a série?

O retorno tem sido excelente, eu estou muito feliz com o resultado da série. Eu admito que eu sou muito chato, então tudo que eu assisto eu tendo a criticar muito e achar coisinhas aqui, coisinhas ali para criticar, mesmo que eu tenha feito parte da produção de alguma forma. Eu sempre vou criticar, eu sempre vou ter esse senso crítico que é maior do que é a minha relação com o projeto, mas eu admito que eu particularmente estou muito feliz. Acho que é uma ótima série, acho que a história é excelente e sim todos estão gostando, todos estão adorando, amigos próximos, amigos que têm opiniões muito importantes para mim tem gostado muito, então estou muito feliz com o retorno que tem sido excelente e impressão das pessoas sobre a série também, estou muito feliz com isso.


A série demonstra um cuidado especial com a trilha e traz novas versões de sucessos da Anitta, Leandro e Leonardo, dentre outros. Como foi esse trabalho?

Sim, a série traz essas novas versões de diversas músicas, portanto eu acho que como você bem disse, tem Anitta, tem Leandro e Leonardo, tem Chitãozinho e Xororó é tem Pabllo Vittar, enfim tem de tudo um pouco. Eu acho que isso enriquece muito a série, porque acima de tudo trata- se de uma série brasileira, não é só uma série que se passa no universo sertanejo, só com músicas sertanejas. É uma série engloba muito mais gêneros de música e o trabalho foi muito divertido. A gente teve um trabalho muito fluido em relação à criação dessas versões. A gente pode trabalhar com o Ricco, que é o nosso produtor musical, que ajudou muito a gente no processo de criação. Acho que isso é algo muito autêntico na série, são essas versões e a forma como a gente colocou essas músicas na nossa voz e nos nossos instrumentos que a gente toca na série, porque a gente criou essas versões de fato. A gente se juntava nos ensaios e na preparação e ia propondo coisas. Por exemplo, a gaita que é um instrumento que eu toco em vários momentos da série, foi uma proposta minha, porque eu sei tocar, e eu cheguei e falei: “olha gente, eu sei tocar gaita e se a gente tentar se colocar a gaita nessa música, por exemplo, será que funciona”? E a gente ia testando e propondo não só eu, mas os outros atores também, que são músicos, todos cantam, todos tocam, então a gente pode propor tudo isso e acho que o resultado é muito autêntico justamente por esse processo que teve a gente do elenco tão envolvido.


Tem uma cena em que você segura um LP do Sidney Magal. Foi um spoiler do filme que você irá protagonizar? Já tem data de estreia?

Hehe então, o Sidney Magal foi uma coincidência linda, porque durante o processo da série eu estava fazendo os testes para o filme do Sidney Magal. Então enquanto agente filmava, eu estava no processo de teste. A Joana Mariani, que é uma das diretoras de “Só se for por Amor”, ela é produtora, uma das produtoras do filme do Sidney Magal e ela me conheceu na série e me chamou para testar para o personagem do Magal. Aí no meio desse processo, de repente me vi ali com aquele disco do Magal ali e falei: “vou jogar pro universo, vou propor isso”. Ficou um belo spoiler de fato, né? É, quem sabe que eu fiz o filme quando vê aquilo vibra junto comigo, assim é lindo, mas é isso, eu estava no meio do processo de testes, não esperava que eu fosse passar para esse personagem do Sidney Magal, mas acabei passando, mas sim, acho curioso que seja um easter egg, um spoilerzinho do que está por vir.


Além da série "Só se for por Amor", onde mais o público poderá te ver nos próximos meses?

Bom, nos próximos meses temos a segunda temporada de “Dom”, que é uma série que eu fiz dirigida pelo querido Breno Silveira, descanse em paz, um diretor que muito me ensinou, que foi extremamente importante para a minha vida enquanto pessoa, enquanto ator também. É a segunda temporada, deve estrear no início do ano que vem, imagino, ainda não tem data, mas na Prime Vídeo em breve vai estar disponível a segunda temporada de “Dom”. Em breve também o filme do Sidney Magal. E eu estou agora, justamente neste momento, estou filmando “Últimas Férias”, que é uma série do Star Plus, que ainda não tem data de estreia, mas também uma série que em breve vai estar disponível. Por hora é isso que eu posso dizer, ainda tem , já já tem outras coisas, outros projetos em vista para eu já começar em breve a executar, mas não posso falar sobre.


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